Entrevista com Satanás: Diálogos sobre Apostasia e Redenção

Por Ozni Coelho Simões

Sobre o livro

“Entrevista com Satanás” não é o que você espera. E isso é exatamente o ponto.

Abner era só um jornalista com uma pauta estranha. Ele achava que ia entrevistar o diabo, mas ganhou um confronto. A pauta? A verdade. A mentira. O abismo. E, quem sabe… a redenção.

Café quente. Terraço de arranha-céu. Microfone ligado. E do outro lado da mesa, um sujeito de terno impecável, sorriso afiado e olhos que ardem como brasa. Ele não veio dar respostas. Veio revelar estratégias. Mostrar bastidores. Desmontá-lo por dentro.

Do 53º andar de um prédio até o abismo da alma humana, este livro é um relato não autorizado de uma guerra invisível — travada dentro de você, dentro da igreja, dentro da cultura.

Não é ficção cristã comportada. É teologia encarnada. É contracultura com sangue nas veias. É um espelho. Um alerta. Um sussurro de Deus em meio ao ruído ensurdecedor do nosso tempo.

Leia se:

  • Você sente que algo está podre no “sistema gospel” — e ninguém ousa falar sobre isso.
  • A fé virou palco, a cruz virou slogan, e você está cansado de aplaudir mentiras bem produzidas.
  • Você já esteve no fundo do poço. Ou está nele agora.

E não aguenta mais sermões vazios.

  • Você quer uma narrativa que confronta, corta — e te deixa diferente no final.
  • O que você vai encontrar:

    • Uma entrevista que vira confissão. O diabo não esconde nada.

    Ele revela como infiltra igrejas, destrói famílias, seduz mentes — sempre com charme, nunca com chifres.

  • Um protagonista arruinado. Abner não é herói. É filho de pastor que carrega feridas profundas, dúvidas antigas e uma raiva que ele não sabe nomear.
  • Ele é você, ou alguém que você conhece.

  • Teologia que arde. Sobre graça que persegue, sobre intercessão que quebra o inferno, sobre verdades esquecidas em tempos de conveniência.
  • Um final que te parte ao meio. Porque nem tudo é o que parece.
  • E nem todos saem ilesos de uma conversa com o inimigo.

    Aviso:

    Este livro não é confortável, nem motivacional. Não tem autoajuda disfarçada de evangelho. É urgente, profético. É para quem ainda acredita que a verdade vale mais que aplausos.

    Se você quer entretenimento gospel, procure outro lugar. Mas se você quer ser confrontado, despedaçado e reconstruído… Clique. Leia. Levante-se outro.

    O que estão dizendo:

    “São 02:18 desta sexta-feira. Iniciei a leitura pouco antes das 22h. Entrei na história, temi, fui confrontado, revi meu pastorado e liderança durante a entrevista na capela de São Bartolomeu.

    Durante o percurso do café, convidei minha esposa para subir até o terraço com Abner… temor e tremor. Meu estômago revirou. Ela está tendo pesadelos ao meu lado. Desistiu da leitura por medo do que vinha. A perseguição nas escadas não é convidativa — digna dos mais épicos filmes de terror.

    Antes disso, paramos para orar. Nosso devocional foi essa obra hoje.” — Pr. Uri Barros

    “Essa história tem o poder de prender o leitor e de fazer questionar sua religiosidade. Você conseguiu falar o que poucos têm coragem.” — Pr. Kleber Gustavo

    “A leitura me fez lembrar do livro ‘Este Mundo Tenebroso’ que li anos atrás”. — Pr. Paulo Rodrigues de Morais

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