Entre Tiros e Glacê: Nas mãos do mafioso mais perigoso de Chicago, o único crime dela foi ser doce demais.
Por B. R. CastellanosSobre o livro
“Olha, eu sempre soube que a vida de confeiteira em Chicago não seria um mar de rosas. Mas eu esperava, no máximo, lidar com chantilly que desanda ou clientes que reclamam de glúten. Eu definitivamente não esperava que um armário de um metro e noventa, usando luvas de couro e um terno que custa mais que a minha casa, invadisse a minha doceria no meio da noite.
Dante Moretti. O ‘Carniceiro’ da máfia. O tipo de homem que faz um tubarão parecer um peixinho dourado.
Ele diz que veio me ‘resgatar’. Eu digo que ele quebrou a minha porta de carvalho legítimo e me deve uma nova. Ele quer me levar para uma cobertura de segurança máxima porque os russos decidiram que eu sou o prêmio da rodada. Eu? Eu só queria levar a minha batedeira de estimação e o Lorde Pudim — meu gato persa de oito quilos que, honestamente, tem mais instinto assassino que o Dante.
Agora, estou trancada com o mafioso mais ranzinza da cidade. Ele é todo ‘protocolos de segurança’ e ‘olhares mortais’. Eu sou toda ‘cupcakes de red velvet’ e ‘não calo a boca quando estou nervosa’.
Dante acha que pode controlar tudo, mas ele ainda não viu o que acontece quando alguém mexe com o meu glacê. O problema é que, entre uma explosão e outra, comecei a notar que o Carniceiro tem um ponto fraco por açúcar… e talvez eu tenha um ponto fraco por caras perigosos que ficam incrivelmente bem de avental rosa.
Sobreviver à máfia russa vai ser difícil. Mas sobreviver ao desejo de beijar o meu captor enquanto ele tenta não ter um ataque alérgico ao meu gato? Isso sim vai ser um milagre.”
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