entre estrelas e cinzas

Por Adair Amaral

Sobre o livro

“sorte seria ser espelho e quebrá-lo”

A ideia de “ser espelho” simboliza a condição de refletirmos a realidade e as emoções de outras pessoas, enquanto “quebrá-lo” representa a ação que rompe com essa reflexão, sugerindo liberdade e, consequentemente, a rejeição dos anseios dos outros.

Dessa maneira, “sorte”, nesse contexto, é visto como a chance de ter a liberdade de ser autêntico, mesmo que isso signifique romper com padrões e expectativas. É uma metáfora que provoca reflexão sobre identidade, autenticidade e as consequências de nossas escolhas.

Quebrar um objeto, especialmente um espelho, é associado a mudanças, rupturas e novos começos. Na cultura popular, quebrar um espelho é considerado um sinal de azar, mas, aqui, representa a libertação de algo que nos limita ou nos aprisiona.

Assim também é o mundo da poesia: sendo livre de expectativas, busca-se desconstruir a própria identidade, reinventando-se e construindo novas conexões, a partir das estrelas que surgem em nossos caminhos e das cinzas que nos permitem renascer.

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