Ensino de ofícios artesanais e manufatureiros no Brasil escravocrata
Por Luiz Antônio CunhaSobre o livro
Esta obra demonstra como a escravidão determinou o desprezo pelos “ofícios mecânicos” no Brasil na época do Brasil Colônia e Império, quando, após a abolição da escravatura, ninguém queria exercer atividades consideradas “coisas de escravos”.
Assim, a aprendizagem de ofícios acabou sendo imposta a quem não tinha meios de resistir, reforçando esse desvalor.
Apresenta uma análise das instituições dedicadas ao ensino de ofícios: liceus de artes e ofícios, arsenais militares, asilos, propiciando ao leitor conhecer as propostas dos intelectuais do Império a respeito da aprendizagem profissional e seus esperados efeitos moralizantes.
Juntamente com os títulos O ENSINO DE OFÍCIOS NOS PRIMÓRDIOS DA INDUSTRIALIZAÇÃO e O ENSINO PROFISSIONAL NA IRRADIAÇÃO DO INDUSTRIALISMO, integra a trilogia do mesmo autor, Luiz Antônio Cunha, professor titular de Educação Brasileira da UFRJ, que trata de minucioso levantamento histórico da educação profissional no Brasil desde o período escravocrata até o ensino profissional na virada do século.
(Co-edição: Flacso)
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