Em nome delas: Amizade, Crise, Desejos (Sobre Mulheres)

Por Eduardo Morgado

Sobre o livro

Este livro é sobre mulheres e escrito por um homem — brasileiro, professor e pesquisador com 68 anos de muita vida. Escreve porque há muitos livros sobre homens, escritos por homens. Este será diferente. Há poucas mulheres escrevendo sobre mulheres. Uma exceção é Aleksievitch, que recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 2015 — não como personagens, mas como narradoras de suas próprias experiências. Vamos falar sobre e pelas mulheres.

1)A amizade entre mulhere, que revela a essência desse vínculo, tão diferente das amizades entre homens . A melhor forma de descrever as mulheres é atraves de suas amizades, poisa aessência delasapareece qdo criam, e mantém suas amizades.

Segundo Christensen, filósofo, a amizade seria parte essencial da construção de uma vida com propósito, que ele chama de ‘relacionamento significativo’. A amizade verdadeira ou relacionamento significativo é uma escolha estratégica e moral, não apenas emocional.

Bons amigos são os que reforçam seus valores, mante seu caráter e oferecem suporte nos momentos difíceis. Amizade seria um dos pilares de uma vida bem vivida, ao lado de integridade, contribuição e propósitos.

Pinker como cientista cognitivo, tende a ver a tecnologia como uma força de progresso, não de destruição. Ele reconhece que a IA pode substituir funções humanas, mas acredita que a história sempre mostrou que novas tecnologias criam mais empregos do que eliminam.

“A inteligência artificial não é um monstro — é uma ferramenta. E como toda ferramenta, seu impacto depende de como a usamos.”,

Quart faz acredita já ter dito que as mulheres da classe média, já estão sendo esmagadas por automação, e precarização.A IA está substituindo funções como atendimento, revisão textual, criação de conteúdo e até decisões jurídicas. .

2)O novo homem que as mulheres desejam, que traz as expectativas femininas sobre os homens de sua geração, revelando desejos, frustrações e esperanças.

Pinker, um tecnopositivista, acredita na evolução do homem em termos de empatia e racionalidade. Em suas obrar eles mostra que a violencia vem diminuindo devido à educação e à empatia. Os homens podem mudar ao serem expostos a ambientes que valorizam cooperação, diálogo e justiça. “A civilização é, em parte, o processo de tornar os homens menos violentos e mais empáticos.”,

Quart vê a mudança masculina como parte da reconstrução da família e da sociedade, especialmente em tempos de precarização.“Ser homem hoje não é sobre força — é sobre presença, cuidado e adaptação.”, Quart

Aleksiévitch, defende a escuta, sensibilidade e ruptura com o heroísmo. Ela observou que em outros livro a narrativa masculina silenciou as experiências femininas. Ela mostra que a mudança começa quando eles pararem de falar e começarem a ouvir.“Somos prisioneiros das palavras masculinas. A guerra, a dor, o amor — tudo foi contado por eles. Mas há outra forma de contar.”, Svetlana

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