ELISE, A AMANTE: A história da prostituta com quem Napoleão perdeu a virgindade

Por Ronaldo Carneiro Leão

Sobre o livro

Em 1751 Benjamin Franklin fez as primeiras experiências com a eletricidade. No mesmo ano, em Madrid, era inaugurado o primeiro sistema de iluminação pública, ainda usando rudimentares lâmpadas de óleo.

As grandes cidades, mesmo as maiores e mais modernas, como Paris, eram escuras e perigosas durante a noite. Pouco tempo depois, em 1754, foi publicado, na Dinamarca, um livro científico sobre História Natural que incluía monstros e criaturas fantásticas que surgiam do mar.

As mulheres tentavam evitar a gravidez bebendo água de ferreiro, a água com a qual os ferreiros esfriavam os metais em brasa. Foi nesse mundo em profunda transformação, mergulhado em crendices e tentando modernizar-se, que nasceu Luís XVI.

Na Europa, o surgimento de uma classe média cada vez mais organizada e dispondo de recursos próprios, principalmente na Inglaterra, era uma ameaça às monarquias absolutistas.

Só na década seguinte, em 1764, Voltaire escreveria sobre a gastança infinita da nobreza e faria a previsão de uma revolta popular, que de fato ocorreria com a Revolução Francesa. Ser de esquerda e direita eram termos que não existiam e seriam cunhados no início da revolução.

Nessa mesma década, em 1769, nasceria Napoleão Bonaparte. Quando fez 18 anos, perdeu sua virgindade com uma prostituta em Paris. Nossa história começa com esse encontro.

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores