Sobre o livro
Um nômade em volta de uma fogueira e com outra permanentemente acessa dentro de si, eis o poeta – Ecce Homo.
(…)
O poeta Rimbaud, citado no poema, é símbolo do homem que persegue rumos incertos, mas levado a responder o que “crepita” e arde – a vida: “as chamas do coração”, que ninguém “controla”.
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“Canção”, o fogo também ilumina abismos – quiçá aqueles onde “lá” vagam homens e ladrão cães. E o poeta “crepita”.
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