Direito Eleitoral Sancionador, 2ª edição: O dever de imparcialidade da autoridade judicial

Por Amanda Guimarães da Júnior, Cunha, Luiz Magno Pinto Bastos

Sobre o livro

Trata-se de um trabalho que versa notadamente sobre quais seriam os limites interpretativos que o regime de proteção convencional impõe à aplicação do art. 23 da Lei de Inelegibilidades.

A verdade é que não apenas as condutas tipificadas criminalmente devem receber a resposta sancionatória do Direito Eleitoral.

Os ilícitos eleitorais não-criminais, sobretudo com potencial de gravidade como a inelegibilidade ou a desconstituição de um mandato eletivo, devem ser abraçados pelo regime de proteção constitucional, isto é, as garantias da processualística penal asseguradas na Constituição da República.

E nesse sentido, cabe destacar que o Direito Sancionador não corresponde apenas à aplicação de sanção; mas sim a todo o conjunto das normas jurídicas de direito material e processual que envolvem a apuração da prática de condutas antijurídicas e, por conseguinte, a aplicação da sanção.

Em sua pesquisa, os autores dão destaque às chamadas garantias processuais eleitorais, verificando o atendimento ao devido processo legal, em especial, aos princípios da ampla defesa e do contraditório no processamento dos ilícitos eleitorais criminais e não-criminais, fazendo um diagnóstico de construção hermenêutica precisa diante do falacioso vácuo existente no ordenamento jurídico

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