Sobre o livro
Para o nosso ser, nunca amanhece. O que nos amanhece são os diálogos de nossas retinas – as duas físicas e concretas, mas também as outras – com tudo o que de verdade é. Este livro de 2007 representa uma trajetória de pequenas epifanias cotidianas, daqueles momentos fugazes em que a sensibilidade consegue traduzir a experiência, captada pelas retinas, como coisas indizíveis e fundamentais.
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