Depósito de Leite: Chorando na vara do Chefe e do Segurança (CONTO ERÓTICO GAY – HOT GAY
Por J.J MaikSobre o livro
André tem 32 anos, é casado, bonito, corpo bem cuidado e uma bunda redonda, lisa e empinada que sempre atrai olhares indesejados (ou desejados). Ele trabalha em uma empresa em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde a vida parece normal: reuniões, relatórios, almoços em família. Até que Pedro chega como novo chefe.
Pedro, 45 anos, moreno forte, barba aparada, peito largo, casado há décadas, pai de três filhos e com uma aliança grossa no dedo. Ele não disfarça: devora a bunda de André com os olhos desde o primeiro dia.
Ao lado dele está Antônio, o segurança do prédio, 38 anos, 1,90m de músculos, pele morena escura, barba rala, o mesmo homem que já havia transformado André em sua putinha secreta meses antes, fodendo-o até tarde na empresa, enchendo-o de porra e deixando-o chegar em casa assado e vazando.
Tudo explode em uma reunião privada: Pedro revela que sabe de tudo , Antônio contou como André rebola, geme afeminado, chora na rola grossa do segurança. O chefe não perde tempo: domina André de joelhos, depois no sofá da sala, socando o pauzão maior que o de Antônio até fazê-lo chorar de prazer. No dia seguinte, Antônio completa o serviço no horário extra, abrindo-o ainda mais para o chefe.
A partir daí, os dias viram rotina de submissão total. Durante o expediente, Pedro o chama para “alinhar relatórios” e o fode contra a mesa, tampando a boca para abafar os gemidos chorosos. No fim do dia, Antônio o espera no corredor vazio e o arromba na própria sala, deixando-o cheio de leite para ir embora.
Eles revezam, marcam a bunda com tapas, puxam cabelo, sussurram putaria no ouvido: “Você é nosso depósito de porra agora, viadinho casado.”
André chega em casa exausto, mente cheia de imagens dos dois machos casados que o usam como propriedade. Beija a esposa na testa, diz que o trabalho está puxado, deita de lado vazando leite dos dois. Ele chora na vara deles, rebola implorando mais.
Um ano depois, a rotina continua: duas varas diárias, uma de cada. Às vezes os dois juntos, revezando ou enchendo-o ao mesmo tempo. Eles falam em largar a esposa, em torná-lo deles . André sorri “Quem sabe mais à frente… por enquanto, continuem me usando.”
Um conto erótico gay cru, intenso e sem censura. Dominação dupla, submissão total, linguagem explícita e prazer anal sem limites.
**Aviso: Conteúdo adulto explícito, cenas de sexo anal intenso, dominação, linguagem crua, traição e temas de submissão.**
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