Deixar uma Casa que Nunca Existiu: Um Romance Filosófico sobre Identidade, Memória e a Natureza da Realidade

Por Maria Andrade

Sobre o livro

Elena Vasquez acorda sem saber seu nome. Astrofísica respeitada, vida aparentemente perfeita — mas nada parece realmente seu. Então ela descobre a verdade impossível: Elena nunca existiu.

Ela é um observador alienígena implantado com memórias falsas, parte de um experimento para estudar a consciência humana. Mas algo deu errado. A estrutura narrativa da realidade está entrando em colapso, e ela tem 72 horas antes de ser completamente apagada da existência.

Enquanto fissuras se abrem no tecido da realidade, Elena encontra outros como ela — fragmentos de uma consciência coletiva aprisionados em corpos humanos, todos começando a despertar. Juntos, eles precisam encontrar o Ponto de Convergência antes que seja tarde demais.

Mas no coração da floresta onde realidade e narrativa se sobrepõem, uma escolha impossível os aguarda: retornar à consciência coletiva e deixar de existir como indivíduos, esquecer tudo e se tornar genuinamente humanos, ou viver para sempre divididos entre dois mundos — como pontes entre a humanidade e algo muito maior.

“Deixar uma Casa que Nunca Existiu” é uma exploração filosófica profunda sobre identidade, memória e livre-arbítrio, mesclando ficção científica conceitual com reflexões existenciais. Para leitores de Ted Chiang, Stanisław Lem e Philip K. Dick que buscam ficção especulativa que desafia percepções sobre o que significa ser humano.

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