Sobre o livro
Cyberpoesia
Uma maldição, (…) Maldito! (…) Amaldiçoado… na casa de máquinas, um robô que fora desmontado, (…) Desmonte do estado?… Operação robô frágil… Fragilidade… mas jogara uma cyberpraga: (…) Voz metálica:
– Ao passar em baixo de uma escada, entrarás em um mundo sem humanos apenas máquinas. -dizia O governo digital muda de inteligência artificial em um golpe dentro de outro golpe. Com um ataque cibernético, (…) Infectando milhões de computadores notebook e dispositivos móveis. Movediço…
O exército de ‘noiados’ chega ao cume do Monte Bom Jesus e toma a casa das máquinas. Gangrena Pivete sentira o vento quente do caos agrestino contra a sua pele suja e enrugada, Rugas novatas… Rusgas… Runas… (Apesar da pouca idade) do seu quadrado rosto… Menino homem lidar do vício e a fome…
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