Cruel Josué

Por Aníbal Alves

Sobre o livro

Ao escrever livro tive a intenção de provar que a História se repete e vinga a própria História, mesmo quando os vencedores não reatam a verdade dos factos, como é o caso do «holocausto» que se tornou uma indústria de interesses pouco claros.

Este conquistador judeu, dominado pela vontade de seu Deus cruel, recorre ao genocídio de sete povos já de antemão, condenados por Jeová: «heveus, cananeus, flisteus, amorreus, ferezeus, jebuseus e heteus» para fundar na Terra Prometida o tal paraíso dos judeus.

Cabia-lhe cumprir as ordens do seu Deus, assim ele foi inflexível, intrépido e cruel: «tomaram a cidade e votaram-na ao anátema, passando a fio de espada tudo o que nela encontraram: homens, mulheres, crianças, velhos, inclusivamente os bois, as ovelhas, e os jumentos» (Josué 6,21).

Seria este feito o precutor para a vingança da História cerca de 2,800 anos depois, quando Hitler também comandado por sinistras potestades, afirmou: «Tenho o direito de exterminar milhões de indivíduos de raças inferiores que atrasam a evolução dos verdadeiros humanos e se reproduzem como vermes».

Ambos fizeram uso do genocídio com atrocidade e horror.

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