Crônicas de areia & Poemas de lama

Por Bruno Sias

Sobre o livro

“Por mais que me esforce, não consigo ver a realidade como esperam que eu veja; talvez eu nem me esforce tanto assim, não mais. Que importa?

Meu carro, minha carreira, castelos de areia, tudo besteira.” O homem que olha além do óbvio, toma heineken no boteco, já amou e desamou muitas vezes, fuma charutos enquanto observa os outros. A vida parece um aquário que ele tenta entender e nos mostrar.

Com os leitores ele caminha por vielas na madrugada, observando as putas nas esquinas, os drogados no semáforo, o crente que volta da igreja esperando absolvição dos seus pecados.

De manhã ele volta a ser o cara educado, com uma camisa que cobre as tatuagens, um sorriso forçado que o faz parecer menos agressivo.

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