CRÔNICA DE CARUARAS/3.0 Ou CONTO DO NEW/FIM: Universo Agrestupinipunk/3.0 (Pós/Punk)
Por Iram F. R. BradockSobre o livro
“Olhara em volta… Só houvera areia, pedaços de antena e um jumento mecânico abandonado que alguém tinha deixado ali anos atômicos antes.”
“Os satélites da Hidro/Nord Data & Clima S/A… Ainda tentara simular alguma atmosfera normal”.
“Usara um chapéu de couro velho onde fios de cobre estavam costurados como se fossem medalhas de guerra…”
“A Boca do Fim abrira.”
“Santos sintéticos aparecem em telas rachadas mortos enviam mensagens pela rede fantasma…”
“O mundo ainda está carregando.”
“Um dia nuclear ele recebera um sinal diferente… Uma voz que não pertence nem aos vivos nem aos mortos”.
“Às vezes velhos rádios captam vozes que falam em código… E às vezes, quando o vento passa entre as antenas quebradas”.
***
PREFÁCIO:
O Agreste/Sertão Onde o Código Também Sofrera… Durante muito retro/tempo disseram que o agreste/sertão era apenas poeira, mandacaru, silêncio e gente esquecida. Mas isso era mentira.
O sertão sempre fora um lugar de memória… Memória de fome… Memória de guerra… Memória de new/fé… No retro/futuro, quando o mundo se digitalizara, pensaram que o agreste/sertão ficaria para trás outra vez. As grandes new/cidades recebera as redes, os satélites, as inteligências artificiais.
O agreste/sertão recebera antenas quebradas e promessas vazias… Mas o sertão não morrera… Ele apenas aprendera a conversar com as máquinas… Assim nascera o que os poucos sobreviventes chamam hoje de Agrestupinipunk, — uma mistura de sertão antigo, tecnologia quebrada, misticismo popular e rebelião digital.
Aqui: hackers rezam terços de dados… Santos sintéticos aparecem em telas rachadas mortos enviam mensagens pela rede fantasma… E até os jumentos às vezes sabem mais que os homens… Esta é uma história pequena dentro desse mundo enorme… Não fala de heróis… Fala de gente cansada tentando continuar existindo… Porque no sertão do futuro, como no passado, a vida continua mesmo quando parece impossível.
***
SINOPSE:
Depois do new/colapso das redes e das quatro explosões nucleares táticas que transformaram Caruaras 3.0 em ruínas tecnológicas, o agreste/sertão tornara-se um território onde new/realidade e memória digital se misturam… Zé Ressonância, um ex/catador de fibra óptica, vive sozinho no Deserto das Antenas Caídas.
Ele possuíra uma estranha habilidade: ouvira vozes vindas da rede morta… Um dia nuclear ele recebera um sinal diferente… Uma voz que não pertencera nem aos vivos nem aos mortos. A voz diz apenas:
“A Boca do Fim abriu.”
E quando a Boca do Fim abrira, dizem os velhos da rede, o mundo pode ser reprogramado.
***
CRÔNICA DE CARUARAS/3.0 Ou CONTO DO NEW/FIM Universo Agrestupinipunk/3.0 Autor: Iram F. R. “Bradock”
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