Sobre o livro
Yara, uma moça simples e lutadora na vida, incomodada com a falta de caridade individual entre os cristãos, começa a questionar se essa ação precisa se apenas terceirizada aos obreiros das igrejas.
Ao propor que todo cristão volte a praticar a caridade por suas próprias mãos, como era nos primeiros três séculos do cristianismo, inicia-se um movimento onde pessoas que, mesmo permanecendo em suas dominações de escolhas, unem-se a católicos, pessoas de credos diferentes e outras da sociedade civil.
Todos com o mesmo objetivo: acabar com a fome no mundo, um movimento interdominicional que ganha o nome carinhoso de “Cristãos sem Bandeiras”. A moça conhece Rubens, um moço reservado, mas que se torna seu amigo e protetor.
Com o rápido crescimento o movimento incomoda os interesses escusos de alguns “falsos profetas da fé”, representados pelo pastor Hilário, que passam a tentar a aniquilar essas ações.
Mas o bem é maior, os “Cristãos Sem Bandeiras”, pela união realmente de todos pregada por Jesus Cristo, ganham dimensões mundiais, acabando não só com a fome, como também com grandes problemas humanitários, aumentando consideravelmente o número de membros nas variadas igrejas por sentirem-se finalmente pessoas ativas do Corpo de Cristo.
Acreditando que tudo está interligado, ao lado da ficção, o autor Emílio Figueira faz várias reflexões teológicas, filosóficas, relembrando personagens reais e fatos históricos que contribuíram para a evolução da humanidade.
Afinal, em “Cristãos Sem Bandeiras”, como defende a personagem Yara, a caridade sempre se inicia quando perguntamos para alguém: Qual a sua necessidade? O que eu posso fazer por você?
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