Cotidiano e trabalho de mulheres lusitanas e maranhenses (1755 – 1822): um estudo a partir de testamentos
Por Marize Helena de CamposSobre o livro
A eleição dessa matéria-prima, ao mesmo tempo sujeito e objeto[1], encontra-se no conjunto do que a historiografia nomeou História das Mulheres e justifica-se pelo entendimento de que elas têm e participam das ações cotidianas em contraposição aos discursos de sujeitos secundários e subalternos com que foram abordadas durante séculos.
A tarefa que se nos impõe aqui é apresentar vivências femininas de um lado a outro do Atlântico, ou seja, os ecos, as intersecções e distanciamentos entre seus mundos, especificamente os do trabalho.
[1] PERROT, Michelle. Minha História das mulheres. São Paulo: Contexto, 2007 op. cit. p.19.
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