Contos que conversam com o tempo

Por Wagner Maia
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Contos que Conversam com o Tempo é uma viagem pelo tempo dos acontecimentos do dia a dia, das relações sociais e das inquietudes que vivemos diariamente. São contos que nos fazem pensar no outro, nas possibilidades de nos aprofundarmos em um mundo carregado de simbologias, relações complexas e noções de pertencimento em algum lugar. Os contos têm uma forte ligação com a questão do tempo, da amizade, dos preconceitos e como nos reinventamos diante desses conceitos fortes em nossas vidas. No conto “A Mulher que Contava o Tempo”, existe uma busca pelo seu último espetáculo de aula, sua última forma de dizer à escola e aos alunos que os ama, mesmo diante do Alzheimer já avançado. Já no conto “A Menina que Chorava Copiosamente no Banheiro da Escola”, há uma busca pela compreensão humana, sobre quem está falando a verdade, sobre as dificuldades de uma adolescente no universo escolar. O conto “A Menina que Conversava com o Tempo” é uma busca pelos seus sonhos; o tempo pode ser perfeito em outras dimensões e ela sonha com essa dimensão que pode se tornar realidade a cada momento. Nos afogamos num desejo eterno do personagem que busca seu espaço em um mundo de preconceito. Já no conto “Meu Mundo Negro: O que Esperam de Mim Amanhã?” é uma viagem aos últimos dias de um menino sonhador, perseverante e a história de um professor que não abandona seus alunos, uma viagem ao universo que nos insiste em dizer, ame e siga seu destino neste mundo. Ao seguirmos nos contos, deparamo-nos com uma carta viva à depressão, neste conto intitulado “Uma Carta ao Tempo da Depressão”, há um profundo diálogo de conhecimento, autoconhecimento e relações sociais em um mundo marcado por preconceitos. O personagem busca uma relação profunda com seu eu e imaginação de estar seguro. Já o conto “O Tempo em Meio a Corações” é uma reflexão profunda sobre a perda, sobre os encontros e como a honestidade e o profissionalismo fazem de um ser humano alguém que ultrapassa seus limites, seus preconceitos e aprende a conviver com a saudade. É uma busca pelo autocontrole e amor ao próximo. Ao entrarmos no conto “Helena, a Menina que Criava Personagens”, nos deparamos com uma viagem interna, uma conversa com seus novos amores, sua nova segurança. Criar personagem pode ser um dos primeiros passos para tornar realidade seus sonhos. Uma busca pelo encontro, pelo tempo perdido e pelos achados da vida. Quando entramos no conto “Maria e Seus Olhos Cruzados”, nos deparamos diante do preconceito religioso, das inquietações de uma mulher honesta, perseverante e que mesmo diante das dificuldades consegue perdoar. É uma lição de vida e amor à sua religião. O conto “O Menino que Pintava o Corpo” é uma busca pela sua autoaceitação; é olhar os preconceitos e dizer um basta a eles. Um autoconhecimento que vem com seu conhecimento corporal, de aceitação e como os preconceitos podem afetar um adolescente em processo de autoconhecimento. Já o conto “Pedacinho do Céu” é uma noção das religiões, dos pontos de vista e como, no final, o amor e a honestidade podem ultrapassar qualquer obstáculo. Um conhecimento do mundo que é múltiplo. Por fim, o conto intitulado “Meu Bode Cachaceiro e a Justiça Brasileira” é a demonstração da fragilidade das amizades, do tempo da justiça e como o ser humano pode chegar a consequências terríveis diante da vida. Mas, é um revelar da nossa justiça e um tratamento bem-humorado das relações sociais. Caro leitor, espero que essa viagem seja gostosa, prazerosa e acima de tudo, repleta de reflexão, sorrisos e conhecimento dos personagens. Diante de tudo que falamos nesta apresentação, deixamos com vocês a viagem que esperamos ser gostosa e reflexiva

Características do eBook

  • Autor(a): Wagner Maia
  • Categoria: Fantasia, Horror e Ficção Científica

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