Confissões de uma mulher que calça 42

Por Ana Paula Cândido de Oliveira

Sobre o livro

“EU TINHA INVEJA, ESSA É A VERDADE. Eu só queria ser uma menina pequena e delicada, aceita como tamanho normal pela sociedade. Aquela que fosse menor que os rapazes e talvez até mesmo burra. Eu queria ser qualquer coisa,menos uma numeração especial. De especial a numeração não tinha nada. Só exclusão“

“PENSANDO BEM, FRUSTANTE ERA POUCO. Era desesperador e dava vontade de chorar, porque eu queria me arrumar. Eu queria ser aquela Barbie que tinha crescido, linda e fashion. Mas era apenas uma adolescente grande e desengonçada que ouvia sempre as mesmas perguntas: você não sonha em ser modelo ou você joga vôlei/basquete? Sérgio, era tão óbvio que cansava. “

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