Sobre o livro
Como Roubar um Coração (e um Rafael) Romance lésbico • Slow-burn • Enemies-to-lovers com segredos • Final feliz garantido
Em Florença, roubar um quadro é arriscado. Roubar um coração pode ser fatal.
Antes que a “vida de adulto” começasse Beatriz fez a única coisa impulsiva da sua existência organizada: colocou tudo em uma mochila e foi para a Europa viver um pouco só para ela. Nunca quis mesmo ser advogada, amava arte.
Florença era o plano. O museu Uffizi era o sonho.
Até o dia em que ela percebe que um quadro foi trocado. Ou ela achava que sim.
E que a única pessoa que parece saber disso é Margot Lavelle — elegante, francesa (ou quase), linda demais para ser confiável e misteriosa demais para ser ignorada.
Margot trabalha com arte. Com coisas valiosas. Com riscos calculados.
E não gosta de imprevistos.
Especialmente quando o imprevisto tem sardas no nariz, curvas que distraem e a habilidade irritante de enxergar o que ninguém mais vê.
O que começa como um segredo perigoso vira vinho compartilhado, provocações afiadas, tensão que queima sob a pele e uma atração impossível de controlar.
Porque em Florença, identidades podem ser forjadas.
Planos podem sair do controle.
E algumas obras-primas não ficam penduradas na parede — elas usam salto alto, falam com sotaque estrangeiro e podem estar escondendo um crime.
Mas amar a mulher errada pode ser o golpe mais arriscado de todos.
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