COMANDO ALFA

Por Hélio Galdino Lopes

Sobre o livro

Sara Albuquerque e Ricardo Peixoto seguiram para Fernando de Noronha/PE. Lá, foram ao hospital onde Max, o mergulhador do Instituto TAMAR, estava internado devido a mordedura que havia recebido de um dos mutantes que estava solto.

Graças a Deus, Max não perdeu a perna direita, mas parte do músculo fora tirado, por isso, uma área da perna ficaria ressequida com uma grande cicatriz depois da recuperação. Max relatou para os agentes que a criatura era semelhante a um ser humano com uma cabeça como de tubarão.

Quando saíram do hospital, Ricardo comentou com Sara sobre a loucura do Dr. Robert Vane em criar essas aberrações. Sara avisou que Ricardo veria coisas piores, afinal, ela, assim como Oliver, havia trabalhado alguns anos ao lado do cientista Robert Vane.

Então, os agentes seguiram para o porto, onde nas proximidades havia um mini-submarino da Marinha Brasileira aguardando por Sara e Ricardo. O marinheiro que estava no submarino retirou-se, pois tinha recebido ordens superiores de permitir que a agente Sara pilotasse o submarino. — Não me diga!

Você vai pilotar esse submarino? Desde quando uma cientista sabe pilotar um submarino? — surpreendeu-se Ricardo. — Corrigindo: Não é um submarino, é um mini-submarino. Meu caro Peixoto, você não faz ideia do que eu sou capaz de fazer. — Você é capaz de fazer qualquer coisa?

— disse Ricardo com tom de cantada.

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