Cine[mão] espaços e as subjetividades (1)

Por Helder Thiago Maia

Sobre o livro

A partir de textos literários latino-americanos que abordam e constroem o espaço físico-literário do cinema pornô, percebemos que a escuridão, o darkroom, tanto é um modo de criação literária e de produção de espaços e subjetividades dissidentes, quanto também pode ser um modo de questionamento da razão, da modernidade e da cisheteronormatividade.

Assim, nos voltamos e nos lançamos ao encontro dos corpos no escuro dos cinemas pornográficos com a finalidade não só de experimentarmos as reverberações, as fissuras, as ruínas e as exclusões do projeto político-filosófico da (cishetero)modernidade, mas, principalmente, de potencializarmos as insurgências, as divergências e as subversões dos modos dominantes de subjetivação.

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