Sobre o livro
Mandy sobreviveu ao que deveria tê-la apagado do mundo. Seu corpo guarda cicatrizes como uma linguagem própria; sua mente, ruínas que o tempo não consegue soterrar. O passado não a persegue — habita nela. E tudo o que foi quebrado insiste em permanecer vivo.
A Ilha do Cemitério de Aviões não é apenas um lugar — é uma sentença. Um território de destroços, silêncio e ossos enterrados, onde o tempo apodrece e o passado jamais permanece morto. Foi lá que Mandy aprendeu que sobreviver não significa escapar ilesa.
Em DraconLeon, a violência não nasce do acaso. Ela é herdada, cultivada, ensinada.
Ottho não é o monstro que o mundo criou para odiar, mas a vítima de um sistema que transforma dor em culpa e silêncio em sentença. Leon, ao contrário, é o monstro moldado — consciente, lapidado pelo poder, pela omissão e pela certeza de que jamais precisaria responder por seus atos. Entre eles, William caminha na fronteira entre a humanidade e a brutalidade, carregando pecados demais para ser herói e consciência demais para ser vilão.
Presa a um amor proibido e dilacerada por um triângulo amoroso onde não existem escolhas sem sangue, Mandy descobre que amar pode ser tão violento quanto odiar. Que o desejo também fere. Que a lealdade cobra preços irreversíveis.
Cemitério de Aviões é um dark romance psicológico sobre trauma, obsessão, culpa e escolhas irreversíveis. Uma narrativa crua e não romantizada, onde o amor não salva, a justiça não é limpa e a sobrevivência cobra um preço alto demais.
Algumas histórias não terminam. Elas permanecem em queda.
Leitura recomendada para maiores de 18 anos.
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