Sobre o livro
Em meditação sempre viajo em símbolos, alegorias, metáforas, como recursos para maiores entendimentos sobre os enigmas das parábolas e construções filosóficas de todos os tempos, oriundas de perguntas e argumentos sobre os fenômenos identificados pelos cinco sentidos e os estímulos, por vezes sutis, captados pelas correntes de pensamentos extra físicos.
Estas correntes se assemelham ao vento que nos envolve dotadas de inteligências e emoções a serem desveladas.
Assim a produção do Castelo Real foi gestada e materializada em duas vertentes: uma material e uma espiritual.
A material recebeu da espécie humana uma atenção toda especial, pois os cinco sentidos foram sensivelmente provocadas, e, nesse afã a inteligência humana encontrou motivações soberbas para nelas caminharem em detrimento da segunda.
O campo científico e pragmático se consolidou em progressos geométricas e a humanidade se deslumbrou perante as descobertas por eles realizados. Ao adquirirem paulatinamente confirmações de eficiência e eficácia, ergueu-se um estatus científico com força de leis naturais, físicas, exatas e humanas a serem referências e base de avanços ousados e as vezes perigosos.
A segunda vertente, a espiritual, a metafísica, caminhou em progressão aritmética, e consequentemente sua posição distanciada da primeira, visivelmente constata-se uma ruptura abissal, estacionando-a no campo dogmático, supersticioso, ritualístico, fantasioso e até mesmo interpretado como anomalias cognitivas e emocionais.
O Castelo Real refaz a ponte entre os avanços das ciências exatas e constrói o elo perdido do campo espiritual, uma vez que, há maturidade em perceber a necessidade da retirada do véu da letra pra que o espírito vivifique.
Hoje como o fenômeno da aurora começamos a enxergar os primeiros raios de luz na direção do melhor entendimento das leis que regem a psique humana que lhes estruturam em todas as expressões comportamentais fisiológicas, emocionais e congnitivas.
Assim o Castelo Real se materializa como revelador do mundo imaterial em nós existente, com suas leis perfeitas, eternas e imutável, dentro das quais nos movemos e existimos, assim como o peixe nas águas dos mares da vida com corpo e fora dele, nesse eterno ir e vir do progresso integral.
Leia e mergulhe nas entrelinhas, nas simbologias e metáforas e que estas provocações acionem a retirada do véu da letra e você descubra o edem perdido ou o paraíso perdido ou a terra de Canaã.
Desejo-lhe excelentes estímulos e sábias conclusões.
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