Canto à Liberdade! (Canticos Livro 1)

Por Getulio Amaral

Sobre o livro

Introdução

Ao dar forma ao Canto à Liberdade Desejo semear em cada coração A alegria da certeza, De que esse é o principal Valor que a humanidade pode cultivar, E não devemos jamais, Nos dias vindouros, Retroceder às mil formas de escravidão, Que acorrentaram etnias E, sufocaram pensamentos, Ou levaram o medo e a incerteza Para milhares de mentes humanas.

Que o Ser Humano Seja sempre livre, Para amar e ser amado. Que ele possa ficar ou partir, Cantar ou calar, Protestar ou se omitir, Rezar ou ser ateu, De acordo com seus sentimentos, Suas crenças, Sua visão pessoal do Mundo, Respeitando e sendo igualmente respeitado.

Que em nome da Liberdade Não se cometam atrocidades, Nem se derrame o sangue, Ou se destrua o livre pensar. Mas ao contrário, Que as crianças brinquem, Os idosos vivam com dignidade, Os doentes sejam acolhidos, Os pobres alimentem a esperança E os ricos partilhem espontaneamente.

Que nas sociedades Livres, A corrupção seja definitivamente Banida da mente de seus filhos. Que os governantes não sejam tiranos, Déspotas ou autoritários, Mas que exerçam seus cargos, Com o orgulho da Dignidade E com a humildade da Sabedoria, Daqueles que ascendem Para simplesmente Servir ao Povo, E jamais para acumular ilicitamente, Poder e riquezas Que tanto escravizam a Humanidade.

Getulio Amaral

Liberdade!

Quando as correntes da opressão se rompem Deixando livre o nosso pensar Tornando leve o sono da noite E faz com que o dia passe sem pesar, Como as águas de um rio Que buscam os caminhos do mar…

Então, estaremos saboreando de seu doce fruto, Como o aroma de um perfume que exala no ar Numa suave fragrância, Tal qual inocente criança, Que inebria a alma e entorpece o espírito, Levando teu Ser a vagar no Infinito do Cosmos…

E, quando os pensamentos são livres, Sem causar a tortura da alma Ou, não sendo o Ser escravo de outrem, Podendo desfrutar das artes, Das ciências e das religiões, Como manifestação impar da cultura, Ao quebrar os grilhões que atormentam a alma Pode então, a mente sentir-se feliz ao lado das emoções…

Liberdade é quando a poesia e a música Podem pensar sem a opressão da sociedade. É caminhar, mesmo pelas estradas incertas, Na certeza de que não se vai a lugar algum. É olhar nos olhos de alguém, simplesmente por olhar, Sem que se tenha medo do dono deste olhar…

Voar em tuas asas sagradas Conhecendo o destino final de nossa jornada, Tendo a certeza do direito da volta, já em nossa partida. E, se há dificuldades e pedras em nossos caminhos, Haverá também pétalas de rosas, nestas mesmas estradas, Porque, almas libertas não se curvam diante das adversidades, Nem se enclausuram numa escuridão momentânea da vida!

Por que ser livre, É ter o direito de plantar e colher a uva, Saber pisoteá-la e esperar o devido tempo, Para depois degustar o bom vinho Ao lado dos amigos mais queridos.

Poder sentir as mãos calejadas, e o cansaço do corpo, Mas também saborear o próprio suor, Sob o calor do sol mais escaldante, Sem curvar-se diante do difícil, Mas, buscando com cautela e paciência, Por aquilo que lhe parecia impossível.

Alimentando sempre o sentimento de ser livre, Na certeza de poder alcançar o longínquo horizonte…

Salve esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Baixar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores

Amostra Grátis do Livro

Faça a leitura online do livro Canto à Liberdade! (Canticos Livro 1), escrito por Getulio Amaral. Esse é um trecho gratuito disponibilizado pela Amazon, e não infringe os direitos do autor nem da editora.