Sobre o livro
O poema está nas mãos, está nos sons, na natureza. No vestido roto. Onde está? Em “Cadernos de anotar motivos”, Júnia nos diz: o poema não está pronto, não está posto. É preciso buscar, construir, vasculhar, lapidar. Decifrar.
Nesse trabalho de parir a si mesmo, nos lembra de que se “hoje faltaram esperanças”, “há que se enfeitar de flores todos os vasos”, guardar instantes e não perder de vista o encontro. Olhar pra trás, mesmo sabendo que se virarmos estátuas de sal, será o “sal de liberdade”. por Carla Guerson
Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.
📄 Salvar PDFAvaliações dos leitores
Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.
⭐ Reviews dos leitores













