Sobre o livro
Somente homens livres limitam bárbaros: mosquitos que não tem compromisso com pactos humanos e humanos que não cumprem pactos – o aedes eagypti, transmissor de doenças e os doentes da tirania, como Maduro e Kim Jong-um e qualquer que, contra a liberdade, pragueje em nome de Alá.
Quando diz “porque livre, em mim livre soa o mundo”, o poeta radicaliza a liberdade. Diz da sem limites da barbárie a que limita e civiliza. Mas não há liberdade deliberada, há condicional. A sobrevivência leva, aí sim, os homens a deliberarem sobre as condições de liberdade: das tribais indígenas e as das doze tribos de Israel as das treze colônias que deram na original e autêntica América.
A América elege e vigia(…)
Aqueles que atacam, ocupam e destroem (…)
Livre, cada um sela ou rasga o pacto – não sem consequências.
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