Sobre o livro
Boca latina: elemento putrefato criador da linguagem vida, entre a frutificação da palavra e o paradoxo autoritário dos caleidoscópios sísmicos do senso comum; bom senso histórico. Um paradoxo de murundu e um beijo mesclado no crivo da farsa, o animal bruto e o silêncio falado do caminho.
Boca latina.
Carnis-sã de carnagem em língua persona pelo palavrário em navalharte do verbocar, nisso: que come o canto da boca pra boca de novo se abrir no exato mormaço da tarde desbocada, sumo do cílio orvalho, no lábio broto do prazer escorrente ao sangue, cantiga de forma fascisnestésica já em outra orlapalavra poética, outra, no concretorgasmo éter pirotécnico e na inconstante constante tentativa de criar algo menos alguém além das oposições e binarismos.
Aquém presente no instante aqui. Na Coisa que é Coisa de todo o mundo no mundo do mundo. Digamos. Avante, filhotes do progresso! Avante!… À linguagem nódoa própria língua, comida e boca a boca, insensata, na festa e na luta, a língua; não começo e sem fim…
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