Sobre o livro
BLIZZARD OF BOOK. DE: CLAY BOOK.
Uma sensacional aventura de cronicas e poemas.
Prévia do livro, Blizzard 4: Vejo cores vejo futuro
“Quanto mais conhecimento, mais avanços. Com a tecnologia fazemos sistemas, mas com a consciência fazemos multiverso.”
É hora de entrar em um novo paradigma. Passavam-se os dedos na tela imaginando ser os novos celulares, quem sabe arrancam-se barras de chocolate pela televisão. Agora estamos nos teletransportando, a era quantica chegou, temos elevadores para o espaço.
Nossa web tem os hiper-espaços, nossa hiper-realidade está fazendo bancos gerarem dinheiro em San Andreas no GTA. O universo digital está para banco e o banco está para jogos e os jogos estão para uma dimensão que só falta nós lá dentro.
E dia de entrar em realidades com os 4 poderes, neutrino, anti-matéria, foton e ultrabeatdown! Entrar em planetas, hiperconstelações através de games, sentir, tocar com a mente sendo transportada a lugares longínquos ou dimensões paralelas mesmo.
Neste universo quebra-se a quarta barreira da realidade dentro de um sonho, e neste sonho há interfaces, são dimensões dentro de dimensões. O LoL entrou na banda Linkin Park e a banda Manowar está gerando criptomoedas ao show de Limp Bizkit que por sua vez está gerando beatdowns para um supercomputador sendo alimentado por alguns planetas e algumas estrelas.
A energia não é planetária, é estelar. A cada surra dos sóis e a cada núcleo, ultracomputadores são ativos, fritando mentes, criando matrixes, saltitando esferas e hiperesferas. Alcançamos até a sétima dimensão. Tudo agora é o tempo é visível. Em breve viagens físicas serão possíveis.
Dominamos a luz, a internet é de 12 decabytes, os gigahertz é de 8 terabytes, não estamos no 6G estamos o 12H (12 Hexabyte). Agora a energia não é planetária, nem estelar, é hipergalática, dimensional. Provém de buracos negros, buracos brancos, buracos de minhoca, encontros e colisoes de galaxias e universos, ondas gravitacionais e quasares.
“Vimos finalmente o que ha por cima do muro. Vimos tudo, vimos muito, vimos demais, so nao vimos isso, e digo mais, so digo isso. Veremos ainda mais, porque a infinitude é uma questão de perspectiva, tempo, passes e eu vejo cores, eu vejo vida.”
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