Bandeira Branca: A morte do meu pai, a guerra dentro de mim e o caminho de volta à vida

Por Ilia Bakulin

Sobre o livro

Meu pai morreu em 2 de abril de 2025. Eu tinha 32 anos. E, com a morte dele, eu entendi uma coisa que demorei décadas para enxergar: eu não estava lutando apenas contra o meu pai. Eu estava lutando contra uma parte de mim.

Este livro não nasceu como um projeto. Nasceu como necessidade. Não é uma pesquisa. Não é uma autobiografia completa. E não é uma tentativa de justificar nenhum dos meus pais. É um relato honesto, escrito depois da perda, sobre o que ficou entre nós.

Aqui eu conto como a relação entre meus pais, o divórcio e a lealdade cega de um filho criaram um conflito interno que me puxou para baixo por anos. E como, tarde demais, eu levantei a minha bandeira branca e tentei reconstruir a minha vida por dentro.

Você vai encontrar, entre outros temas: • a relação entre pai e filho, com todas as contradições • o conflito entre agradar a mãe e se permitir estar com o pai • o preço de negar um dos seus pais dentro de si • reconciliação depois de uma guerra longa • a “linha invisível” que se rompe quando um pai morre • reflexões sobre mortalidade, tempo e o medo de continuar adiando a própria vida

Eu não prometo respostas perfeitas. Prometo sinceridade. Se esta história economizar anos preciosos para alguém, ela já valeu a pena.

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