Azul num ponto infinito

Por Carlos Kahê

Sobre o livro

O poema traz ao leitor as ruas de Nova York. Um bailarino, sob temporal intenso, dança com uma sombrinha roubada.

Amar o que não só a ti pertence é um conceito que aos poucos vai se reconstruindo.

Amar o outro, em períodos de ódio é um ato revolucionário que paira acima das nossas veleidades.

São indulgências que não nos tirarão o ódio, mas, certamente, nos ajudarão a deglutir melhor

as ondas de indiferenças…

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