As Papoulas de Constantinopla

Por R. Roldan-Roldan

Sobre o livro

Um ativista prefere ser condenado à morte a abjurar. Ajuste de contas do autor com a sua infância, o seu exílio como refugiado apátrida e a perseguição política que sofreu a sua família. “Roldan-Roldan não faz teatro ameno, popular, consumível.

Suas peças, como, aliás, toda a sua obra, são uma infindável busca filosófica e metafísica, uma indagação permanente”. (Pierre-Auguste Lanord) “O subjetivismo forte e radical de seus livros, não só “O Bárbaro Liberto” ou “As Papoulas de Constantinopla”, expõe um ajuste de contas continuo.

Porém, nesta peça, o doloroso monólogo do Preso diante do Pai, este reduzido a um espectro, ultrapassa de muito o limite do desespero humano” (Mafra Carbonieri)

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