As Origens Gregas do Direito Ocidental

Por Eduardo Almeida de Rufino

Sobre o livro

Este é um livro para todos aqueles a quem interessa pensar o conceito de justiça, suas nuances, seus imperativos e desafios sociais.

Nele, tanto os estudiosos do Direito quanto os demais interessados sobre o tema da justiça encontrarão boas vias de estudo sobre as origens míticas e históricas do Direito ocidental, em sua matriz grega.

Nesta (re)visitação à cultura “jurídica” da Grécia Antiga, os leitores poderão retornar a uma fonte primaz da racionalidade e das problemáticas que subjazem a tradição de reflexões que o Ocidente fez e faz sobre a justiça, em suas perspectivas teórica e prática.

Cada um que se permitir a tal retorno adentrará no universo sociocultural greco-antigo e conhecerá as maneiras pelas quais essa civilização (que também é a nossa) foi forjando seu(s) conceito(s) de justiça, desde o nascedouro de seu imaginário cultural (com as primeiras narrativas míticas sobre as origens dos deuses e dos homens) até o período clássico de sua história, quando em Atenas o mundo viu nascer a filosofia humanística, a democracia e as bases do Direito moderno (com a inauguração do Tribunal do Areópago).

Aos que caminharem nesta viagem de volta ao passado, ao menos uma certeza pode ser antecipada enquanto prêmio: esta obra nos prova que um retorno aos antigos gregos tem muito a nos ensinar.

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