Sobre o livro
Duas pessoas não veem a mesma árvore. Com esta máxima, a psicanálise, a filosofia, a poesia e a arte tentam tirar o véu da racionalidade contemplativa que quer nos impor um mundo pronto e acabado.
Existem pessoas que se contentam em enxergar na pedra uma pedra; mas outras não possuem limites na visão e transformam a pedra no que sugere a imaginação. Assim são as crianças nas suas brincadeiras com as nuvens.
A madeira das árvores fotografadas se transforma como a argila nas mãos de um oleiro, gerando novas formas, e a poesia dá vida à nova visão.
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