ARTE, EMOÇÃO E CAOS NO TRIBUNAL DO JÚRI DE ARIANO SUASSUNA

Por Ezilda Melo

Sobre o livro

Da interligação entre Direito e Arte, deu-se o motivo da escolha da obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.

O julgamento é a verdadeira chave para compreensão desta obra, sendo o ponto de intersecção com o Direito, pois se relacionou a instituição do Tribunal do Júri a partir das construções de Ariano Suassuna.

Nesta linha de intersecção dialógica entre Direito e Arte, Literatura e Teatro, percebeu-se que as construções imagético-discursivas sobre o Tribunal num Júri se assemelham muito à própria concepção cristã da formação de um Tribunal. Além do paradigma artístico, fez-se uso da teoria do caos.

A emoção, considerada o lugar da não segurança jurídica, muito presente neste tipo de julgamento. Uma combinação de leitura sobre o instituto do Júri a partir da tríade: caos, emoção e arte.

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