Aridez lavrada pela carne disto

Por Dércio Braúna

Sobre o livro

Poesia – eis a “pedra de tropeço [que] quebra o sono dogmático”: sem intermédio nem remédio, sem o receituário dos herméticos feiticeiros em suas cúpulas à entrada do poema; sem mapa nem rota (enfiar “um pé aquém e o outro pé além”); sujar-se nas estradas de aldeias, carregar nas unhas dos pés o pó dos antigos; enlamear-se numa tarde fêmea e madura em que troveja “o espanto e a surpresa” depois do sol adâmico: em suma, fazer um desvio – mas com o gozo de quem atravessa por dentro o poema.

Numa poética inquiridora de formas antigas, Aridez lavrada pela carne disto se escreve fazendo-se palavra incisiva sobre o que se crê canônico. Longe do louvor, uma poética “feito musa ao contrário”.

Baixe esta página em PDF para ler quando quiser, mesmo offline.

📄 Salvar PDF

Avaliações dos leitores

Descubra as opiniões de outros leitores, explore avaliações detalhadas e veja se este livro realmente vale a pena para você, com base em experiências reais de quem já leu e compartilhou sua visão sobre a obra.

⭐ Reviews dos leitores