Sobre o livro
As palavras estão cheias de ar, logo de silêncios, mas os silêncios de um poeta são falas: “palavras são poros” pelos quais o poeta fala, respira – e o poeta respira humanidade.
A humanidade na qual está inserido: a do “Sul”. E no Sul, a brasileira – a latina americana, a ibero americana
(…)
No trocadinho dos versos finais do poema, o poeta se coloca entre os que não se deixam reduzir – quer pelo condicionamento, quer por não se deixar mesmerizar pela utopia e por líderes. Livre como “ar” faz ver, “no Sul”, condicionados pela água/pão e mesmerizados pela utopia macabra e nefastos e corruptores líderes.
(…)
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