Sobre o livro
Doze de junho de 1948. Primeiro dia dos namorados na história do Brasil. Uma data para casais celebrarem a paixão e o afeto. Mercedita tem certeza de que não há período melhor para se estar viva e apaixonada. Afinal, está cheia de amor para retribuir ao marido, exatamente como os slogans anunciam.
Está pronta para enchê-lo com seus beijos e gargalhadas. E mais do que isso, está determinada a provar que sua suposta loucura nada mais é do que a expressão de sua intensidade. A jovem aguarda irrequieta, convicta de que a data se tornará um marco irrevogável em sua vida.
Tem certeza de que se lembrará dos acontecimentos da celebração por todos os anos seguintes. Ninguém se esquece de um amor, afinal. E, especialmente, ninguém se esquece de uma dívida.
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