.amarela:: poemas à poesia

Por Luiz Henrique Ferreira Cunha

Sobre o livro

Tinta pode só pintar paredes ou, nas mãos de grandes pintores, ser retrato, o abstrato, paisagem, expressão do que é belo.

O barro, o bronze, a pedra, a prata e até o ouro ganham formas surpreendentes nas mãos de escultores. Rochas viram imagens; bronze vira santo; o barro vale ouro.

Artistas transformam preço em valor e nos transportam do mundo de utilidades à contemplação do que é finito.

a PALAVRA quando POESIA em POEMAS faz da letra dor, cor ou furor: arte.

Convido você a adquirir e a ler os poemas que escrevi. São sinceras tentativas de fazer arte com palavras!

LUIZ HENRIQUE F CUNHA

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