Agricultura familiar: trabalho, renda e associativismo (Ciências Sociais)
Por Nilso FrancioSobre o livro
A colonização do estado de Mato Grosso se desenvolve, principalmente, a partir da ditadura militar de 1964 na região, com metas de contemplar os grupos econômicos e trazer os marginalizados e despossuídos de outras partes do Brasil para esse espaço de estudo.
Foi possibilitado, também, à classe trabalhadora migrar para esse novo ambiente de alongamento da mais recente fronteira do extrativismo vegetal e mineral e, ao mesmo tempo, da agropecuária das exportações.
Agricultura familiar – trabalho, renda e associativismo consegue realizar uma abordagem crítica sobre o processo do avanço do capitalismo da mais recente fronteira da agropecuária no estado do Mato Grosso, por meio do agronegócio das monoculturas de mercado.
O estudo foi realizado no assentamento dos pequenos agricultores da Gleba Mercedes em Sinop, e o autor procura desenvolver esse importante estudo local sobre o núcleo familiar, a produção, o histórico da vida dos assentados, a nova vida dentro do assentamento de Gleba Mercedes, as formas de associativismo e as dependências das instituições externas.
Entretanto, o trabalho passa a dar ênfase aos fatores e às consequências que permeiam o associativismo, a solidariedade e a sustentabilidade no avanço migratório regional ali recente: com esse percurso das ideias, o autor passa a demonstrar, por meio de metas claras, como é possível realizar a integração por meio das relações fraternais dos colonos produtores do assentamento.
Professor Fiorelo Picoli
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