ABC da Divergência de Alta de Duração Secundária do Histograma do MACD (Divergências de Alta em Análise Técnica)

Por Adail Marcos Lima da Silva

Sobre o livro

Uma das empreitadas mais desafiadoras para traders do mercado de ações está na definição de uma rotina específica à seleção de oportunidades para novas transações especulativas.

Estando a perspectiva operacional centrada na compra (operar comprado), a divergência de alta entre preço e indicador de análise técnica tem a propriedade de revelar ocasiões potencialmente propícias à obtenção de ganhos de capital substanciais, podendo até mesmo ser um sinal preliminar de reversão de tendência para um horizonte de tempo mais importante (médio e longo prazos).

Assim sendo, a divergência de alta se impõe como um tema de estudo a ser explorado continuamente por indivíduos interessados em especulação no mercado acionário.

Trata-se de uma abordagem indispensável à construção de uma rotina vencedora ao processo de escolha de ativos para novas operações de compra.

E vale enfatizar: existem divergências de alta envolvendo mais de um indicador de análise técnica, portanto, há um vasto e generoso campo de estudos a ser cuidado, capaz de fornecer ferramentas de trabalho valiosas à detecção de oportunidades potencialmente promissoras.

A coleção Divergências de Alta em Análise Técnica foi construída especialmente sob a intenção de contribuir com o aperfeiçoamento das capacidades de identificar e de operar as divergências favoráveis à compra.

Todos os volumes da série foram elaborados a partir de três diretrizes: sem muita conversa, ou seja, indo direto ao ponto, explicando cada tipo de divergência de acordo com as metodologias de identificação e de condução da operação; utilização de exemplos reais – ativos negociados no mercado à vista da [B]³ – em demonstrações minuciosas sobre como devem ser implementadas as metodologias; explorar o Microsoft Excel como ferramenta auxiliar no planejamento e na execução da operação.

Com o título ABC das divergências de alta de duração secundária do histograma do MACD, o primeiro volume apresenta as metodologias de identificação e de operação devidamente explicadas, explora a parte prática com oito casos reais e propõe um modelo de planilha operacional para planejamento e execução.

Só para aguçar a curiosidade: as oito operações simuladas resultaram em ganhos brutos de 31,45 a 103,80%.

Saber identificar e operar a divergência de alta do histograma do MACD são duas metodologias obrigatórias para traders, principalmente em se tratando de operações focadas em swing trade.

Outra importante observação: para ações mais arriscadas, com volatilidades diárias intensas e bem distantes do contexto da classificação blue chip, a divergência de alta do histograma do MACD pode reservar surpresas agradabilíssimas – retorno expressivo em curto espaço de tempo. O primeiro volume da coleção Divergências de Alta em Análise Técnica é prova inconteste e cabal.

Vida longa às divergências de alta!

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