A Última Cor do Mundo: Uma História Sobre o que Existe Entre o Visível e o Impossível

Por Marina Silva

Sobre o livro

Em Velharena, uma pintora fecha os olhos para enxergar o que os outros não conseguem ver.

Sael Dorn passa a vida pintando portas. Não porque seja uma escolha — mas porque algo do outro lado sempre esteve batendo.

Quando um envelope misterioso leva o auditor de lacunas Edran Voss até seu ateliê, os dois descobrem que uma cor está desaparecendo da cidade. Não de todos os objetos. Apenas dos que já foram tocados por quem consegue vê-la. Uma cor que não existe em nenhum espectro catalogado. Uma cor que não tem nome — porque nenhuma língua humana foi construída para contê-la.

Para devolver o que foi perdido, Sael precisará terminar a porta que pinta há semanas. Edran precisará encontrar o que ninguém mais consegue encontrar. E os dois precisarão fazer algo que nunca fizeram: criar juntos o nome daquilo que só existe quando alguém finalmente decide ver.

A Última Cor do Mundo é um romance de fantasia literária sobre a fome de ser real para alguém, sobre o que acontece quando a beleza precisa ser nomeada para sobreviver — e sobre o instante exato em que o mundo mostra uma de suas costuras.

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