A pesquisa na formação e no trabalho docente

Por Júlio Emílio Diniz-Pereira

Sobre o livro

Pesquisa-ação, Investigação na ação, Pesquisa colaborativa ou Praxis emancipatória, essas são as expressões empregadas para designar uma forma de investigação auto-reflexiva que tem o objetivo de ajudar as pessoas a mudarem suas realidades a partir da observação e da análise de suas práticas.

A expressão pesquisa-ação foi cunhada na década de 1940, por Kurt Lewin.

Segundo os professores Stephen Kemmis e Mervyn Wilkinson, da Austrália, “em educação, a pesquisa-ação participativa pode ser utilizada como meio de desenvolvimento profissional, melhorando currículos ou solucionando problemas em uma variedade de situações de trabalho”.

Além disso, pode oferecer oportunidades de criação de fóruns para reunir pessoas interessadas na busca da racionalidade e da democracia.

“Trata-se de um processo social e colaborativo de aprendizado, conduzido por grupos de pessoas que se reúnem em torno da mudança de práticas por meio das quais interagem em um mundo compartilhado socialmente – um mundo onde, para o bem ou para o mal, vivemos uns com as conseqüências das ações dos outros”.

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