A Menina da Cristaleira: O que aconteceu em julho de 1953?

Por Tânia Mendes

Sobre o livro

Antônio, conhecido por Tom e Maria Amélia conhecida por Mila, se ajustaram na vida a dois sem estarem apaixonados. O acaso consolidou o casal, até que a morte os separou. Um detalhe que deveria ter importância, se mantiveram na incógnita repercutindo intensamente na filha mais velha.

Evidências e sensações a levaram buscar a possível gêmea. Através do espelho da cristaleira ela a encontra. A partir dali entende que teria uma parceira igual a si, salvo não acontecesse o que nunca foi explicado. As buscas ínfimas, ralas, não iam a lugar algum pois não havia caminho.

Os entraves eram fortes o suficiente para enfraquecer os interessados. No mistério que cravou uma marca do sim ou não, ficou apenas a certeza da única que acreditou e a fez de verdade, Tárya. Ela continuará despertada a encontrar sua irmã.

De concreto, em qualquer cidadezinha do mundo, ou de abstrato, no espelho da cristaleira.

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