À MANEIRA NEGRA

Por JORGE LUCIO DE CAMPOS

Sobre o livro

À MANEIRA NEGRA elege a transitoriedade, a passagem, como o lugar constitutivo de uma póiesis das coisas. Aposta tudo na astúcia metafísica da palavra que surpreende as coisas através das suas transparências.

Eis a sua única determinação: nada é único, nada é singular, apenas a palavra, com seu corte transversal estruturado na representação do poema. Nenhuma paisagem, nenhum estado de alma.

Apenas as coisas na sua aflitiva insularidade: “eis que nada põe / a plaina das horas / revoo que evola / dardos ao sol”.

Com estas palavras, o professor e poeta Carlos Lima inicia a apresentação de À MANEIRA NEGRA, a quinta coletânea poética de Jorge Lucio de Campos, publicada originalmente em 1997 e agora relançada pela Amazon.

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