A IGREJA É TAMBÉM DOS PEQUENINOS: Uma defesa da família reunida no culto à luz da Escritura e da tradição reformada
Por Jezriel Francis OliveiraSobre o livro
Por que a Igreja retira do culto justamente quem Deus ordenou que estivesse lá?
Todos os domingos, em milhares de congregações presbiterianas e reformadas no Brasil, uma cena se repete: a família entra junta pela porta do templo — e é separada antes do sermão.
Os pais ficam no culto; as crianças vão para uma sala ao lado. Mas essa prática tem fundamento bíblico? Ou é uma inovação moderna que contradiz tudo o que confessamos crer?
A Igreja É Também dos Pequeninos é a primeira obra em língua portuguesa a oferecer uma defesa completa — bíblica, histórica, confessional e prática — da presença das crianças no culto público.
O livro examina 25 passagens das Escrituras, percorre 20 séculos de história da Igreja e demonstra que a separação das crianças da assembleia é uma inovação sem precedente na tradição cristã.
O que você vai encontrar neste livro:
• Uma exegese detalhada de textos-chave como Deuteronômio, Joel, Efésios e Mateus com atenção ao hebraico e ao grego original.
• O testemunho unânime dos Pais da Igreja — de Clemente de Roma a João Crisóstomo e Agostinho — que jamais praticaram ou sequer mencionaram culto infantil separado.
• A prática dos Reformadores: como Calvino em Genebra e Knox na Escócia mantiveram famílias inteiras no culto, sem exceção.
• Uma análise rigorosa do Princípio Regulador do Culto confessado nos Padrões de Westminster e subscrito pela IPB — e por que o culto infantil paralelo não passa nesse teste confessional.
• A verdadeira origem histórica do culto infantil: como uma escola de alfabetização criada em 1780, se transformou, dois séculos depois, em uma liturgia paralela que ninguém autorizou.
• Respostas diretas às 9 objeções mais comuns — “as crianças não entendem”, “elas atrapalham”, “sempre funcionou assim” — com a exigência inegociável: mostre o versículo.
• Uma proposta prática completa para integrar as crianças ao culto: o modelo de três esferas (culto público + culto familiar + catequese), o “Meu Caderninho do Culto”, orientações para pais e congregações, e um plano de transição em quatro fases.
Para quem é este livro:
Pastores, presbíteros, diáconos, pais e mães da Igreja Presbiteriana do Brasil e de qualquer denominação reformada que desejam examinar honestamente se a prática de suas congregações é coerente com o que confessam crer.
A fundamentação bíblica e histórica alcança também batistas reformados, reformados continentais e todo cristão comprometido com o princípio de que a Escritura — e não a conveniência — regula o culto.
O tom é acadêmico-pastoral: rigoroso na exegese, enraizado nos melhores comentários bíblicos (NICOT, NICNT, WBC, Hermeneia), mas acessível a qualquer leitor com formação bíblica básica. Com 189 notas de rodapé, este livro é tanto uma ferramenta de estudo quanto um chamado pastoral à reforma.
A pergunta que este livro faz não é “Por que as crianças devem ficar no culto?” — essa pergunta já foi respondida por Moisés, por Jesus, por Paulo, por Crisóstomo, por Calvino e por Westminster.
A pergunta é outra: onde a Escritura autoriza retirá-las?
“Congregarás o povo, homens, mulheres, meninos e os estrangeiros que estão dentro da tua cidade, para que ouçam, e aprendam, e temam o SENHOR.” — Deuteronômio 31:12
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