Sobre o livro
Em uma São Paulo futurista e asséptica, onde a vida é controlada por algoritmos e o ar tem o sabor do nada, Liana é a personificação da eficiência.
Ela vive em uma gaiola de vidro – um cubículo de escritório, um apartamento-módulo –, conformada com a “nutrição” insípida que a AgroCorp oferece, e o silêncio da sua própria existência.
A única coisa que a conecta ao passado é a vaga lembrança de uma avó excêntrica, Helena, que falava sobre “comida de verdade” e tinha “sol e chuva dentro dela”.
Mas quando um telegrama digital anuncia a morte de Helena, Liana é inesperadamente nomeada sua única herdeira. É um choque, uma variável que seu algoritmo de vida não consegue processar. A herança: um apartamento antigo em um bairro “mitológico”, um lugar esquecido pelo progresso, onde o ar tem cheiro de livros velhos e madeira encerada.
Ao pisar no apartamento de Helena, Liana é catapultada para um mundo que a Corporação havia tentado apagar. Em meio a discos de vinil, sementes estranhas e mapas astrais desenhados à mão, ela encontra o diário de sua avó.
Não é um diário comum, mas um compêndio de anotações enigmáticas sobre “Damas-da-Noite Lunares”, “Sementes de Sussurro” e um misterioso “Refúgio sob as Estrelas” – um lugar que desafia a lógica e parece fundir biologia com astronomia.
Helena era uma guardiã. E seu diário, um mapa para um segredo que a AgroCorp faria de tudo para manter oculto. Liana, a mulher que vivia para números, agora precisa decifrar as metáforas de sua avó, enfrentando a verdade sobre a “eficiência” do seu mundo e a mentira por trás do céu perpetuamente nublado.
“A Gaiola de Vidro” é uma jornada eletrizante de autodescoberta e mistério, onde a ciência e a poesia se entrelaçam. Um romance que vai te fazer questionar:
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O que a AgroCorp realmente esconde?
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Qual é o verdadeiro significado do “Refúgio sob as Estrelas”?
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E o que acontece quando a busca por um segredo do passado ameaça desvendar o futuro de toda a humanidade?
Prepare-se para uma leitura viciante que combina a distopia com a esperança, a solidão com a conexão, e a assepsia com o aroma inebriante da verdade. Liana precisa encontrar a porta para o refúgio de sua avó antes que a última luz se apague.
Desvende “A Gaiola de Vidro” e descubra um mundo onde a maior liberdade pode estar além da sua própria realidade.
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