A garota que lê no metrô

Por Christine Féret-Fleury

Sobre o livro

Juliette é uma jovem e solitária parisiense que leva uma vida metódica – todas as terças vai ao supermercado e às sextas, ao cinema.

A garota que lê no metrô

As viagens de metrô para o trabalho, típicas da rotina, possibilitam que Juliette observe sempre os mesmos passageiros e os livros que cada um lê.

Todos têm suas particularidades, como a idosa que folheia um livro italiano de culinária e sorri diante de algumas receitas ou a garota que lê romances e sempre derrama minúsculas lágrimas quando chega à página 247. “Por que a página 247?”, pergunta-se Juliette.

Ela observa todos com curiosidade e ternura, como se as leituras e paixões alheias pudessem colorir sua vida tão monótona e previsível. Certo dia, a jovem decide romper com a rotina e usufruir o prazer de percorrer as ruas a pé, observando o formato das nuvens, com o olhar em busca do novo.

E esse desvio mudará completamente a sua vida, graças ao iraniano Soliman e sua pequenina filha Zaïde. Todas as citações literárias de A garota que lê no metrô são referidas no fim da obra. Assim, o leitor poderá aprofundar-se neste rico universo narrativo.

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