A Figueira: Horror gótico e sobrenatural na Porto Alegre de 1899

Por Luna Espinosa

Sobre o livro

Porto Alegre, novembro de 1899. Maria Francelina Trenes acorda no Morro do Hospício com frio no pescoço e uma certeza sem nome: o dia de ontem não fechou direito. Lá embaixo no vale, o Hospital Psiquiátrico São Pedro respira. Do lado de fora, a figueira pulsa.

Não deveria pulsar assim. O corpo sabe antes da mente — sempre sabe. Há um buraco no meio da semana, um intervalo que a memória não atravessa, e Maria arruma o quarto com os gestos de sempre porque é isso que se faz quando se recusa entrar em pânico. Mas a árvore continua lá.

Raízes que afundam onde não deveriam afundar. Galhos que guardam o que a terra recusou. Neste conto de terror sobrenatural e horror gótico, ambientado no Rio Grande do Sul do século XIX, a história vai chamar Maria pelo nome errado. Vai inventar para ela uma morte de joelhos.

Maria não morreu de joelhos.

O que ficou preso entre a figueira arrancada e a capelinha de ex-votos não é uma vítima. Tem mais dentes do que isso.

Um conto de horror histórico e terror psicológico de Luna Espinosa — autora brasileira de dark fiction.

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