A crise da cultura e a ordem do amor

Por Victor Sales Pinheiro

Sobre o livro

Dos filósofos gregos aos santos cristãos, da poesia ao cinema, do conservadorismo ao niilismo, da mariologia à arquitetura, da especialização ao relativismo, do mimetismo ao barbarismo, percorre-se nesta obra uma eclética conversação ensaística, buscando em cada autor, em cada mestre e professor relevante, uma referência significativa à montagem de um edifício crítico.

Há uma certeza de fundo: o homem moderno barbarizou-se — e vem se barbarizando — ao ser destituído dos meios que outrora lhe asseguravam o ordenamento da alma e, consequentemente, da pólis.

Desta premissa decorrem questões éticas, estéticas e políticas, ensejando a pluralidade dos temas tratados, tipicamente apresentados em pequenos ensaios, enquadrando Victor Sales Pinheiro nos moldes de uma crítica de viés conservador, notoriamente consagrada no universo de autores britânicos célebres (Burke, Chesterton, Scruton, Dalrymple etc.), mas também presente em luminares brasileiros como Mário Ferreira dos Santos e Benedito Nunes, que, entre outros, são devidamente citados, referendados e homenageados neste livro.

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